A história, a família, e o forno que nunca apaga.
A Taberna do Alfredo abriu portas em 1987, pelas mãos do Alfredo e da D. Conceição, com uma ideia simples: servir comida honesta, feita sem pressa, a quem entra. Quase quatro décadas depois, a casa continua na família — hoje gerida pelos netos, que mantêm o forno de lenha a arder, as receitas por escrito num caderno já amarelado, e a porta aberta aos mesmos clientes de sempre e aos novos que por ali vão aparecendo.
Especializámo-nos em bacalhau — temos seis versões da casa, cada uma com a sua história — e em peixe grelhado à porta, conforme a chegada do dia. Nos dias mais frios, há sempre cozido à portuguesa às sextas-feiras, e o leitão à Bairrada reserva-se com pelo menos 24h de antecedência.
Não somos uma casa de fado, nem uma casa que se reinventou ao gosto do turismo. Somos uma taberna no sentido antigo: pessoas que cozinham, pessoas que servem, e pessoas que se sentam à mesa. O resto vem por acréscimo.
A Taberna é gerida por três netos do Alfredo, com uma equipa de cozinha e sala em que a maioria está connosco há mais de dez anos. Não é uma casa onde as pessoas passam.
Bacalhau em seis versões, peixe do dia, carnes do forno de lenha — e tudo o que se faz em cima disso.
Conhecer a ementa